
Como bem coloca a profª Bea, felizmente já superamos eu e as colegas que passaram pela mesma dificuldade postada abaixo! Mas achei muito pertinente iniciar minha reflexão sobre o estágio colocando esta situação.
Até o dia 17/03 estava à espera da autorização ou não de meu estágio com minha própria turma. Portanto, até este momento não havia pensado em nada para a construção da arquitetura pedagógica e nem mesmo aberto as páginas de apresentação da escola e da turma, iniciando as mesmas a partir do dia 20 de março, o que ocasionou meu atraso nas postagens reflexivas no blog, tendo em vista no mínimo uma postagem semanal!
Concedido o estágio, por casualidade chegaram os materiais de meu aluno Fábio, que é portador de subvisão e veio transferido da E. M. Monteiro Lobato. Estes materiais foram doados pela escola de destino, pois a mesma recebeu do Governo Federal por colocarem no senso que possuíam um aluno com tal deficiência.
Ficou notória a curiosidade que meus alunos demonstraram aos materiais, pois o caderno tem linhas mais grossas e escuras, bem como são mais largas. A lupa passava de mão em mão e todos ficavam vislumbrados ao perceberem que as letras ampliavam de tamanho.
A princípio pensei que esta poderia ser a questão norteadora para minha arquitetura pedagógica, porém, logo saciaram a curiosidade ao manusearem os materiais do colega, sem questionar sobre os mesmos.
Um comentário:
Roseane, que interessante!! Acabas de exemplificar o que pode ser uma questão que abre para um PA e uma curiosidade pontual que logo é saciada. Taçvez, até poderias ter transformado a quesão em projeto se tivesses feito uma série de provocações. Como será que funciona o aumento a escritaw Podias ter introduzido lentes de aumento oculares, lupas, microscópio etc... Como percebes, o papel do professr é importantíssimo na abertura de janelas que amplieme e tornem mais complexo o cnhecimento envolvido.
Um abração
Bea
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